Financiamento: 5 Ciladas Que Vão Fazer Você Desistir

Depois do empréstimo, o financiamento é o principal meio usado pela maioria dos brasileiros para adquirir carros, motos ou imóveis. No entanto, essa modalidade financeira possui algumas ciladas que os bancos costumam não mencionar no momento da contratação. Por essa razão, mostraremos as 5 ciladas que vão fazer você desistir de um financiamento.

Além disso, ao longo deste artigo você descobrirá por que o consórcio segue sendo melhor do que um financiamento.

o bem não é seu; é do banco

Quando se financia um bem (carro, moto ou imóvel), ele é do banco que emprestou o dinheiro, enquanto não há a quitação das parcelas. Na prática, em caso de atrasos, a instituição financeira pode expedir uma ordem de busca e apreensão.

Isso significa que, se o bem financiado  for um carro por exemplo, o banco apreende o veículo e envia para um leilão. Nesse local, o automóvel é vendido por um preço bem abaixo do que foi comprado e o dinheiro dessa venda é utilizado para pagar a dívida. Contudo, o valor na maioria das vezes não é suficiente para quitá-la completamente,  o mesmo vale para imóveis e motos.

juros altíssimos

Os bancos brasileiros praticam os juros mais altos do mundo. No financiamento, não é diferente. Um imóvel avaliado em R$ 200 mil pode custar quase o valor de dois nesta modalidade de crédito. Embora a taxa básica esteja no menor patamar da história, o spread bancário continua sendo um dos mais altos do mundo.

De acordo com especialistas, os juros são altos por um motivo: os bancos não conseguem recuperar o dinheiro emprestado. Dados do Banco Mundial revelam que apenas US$ 0,03 são recuperados de cada $ 1 emprestado no Brasil, enquanto o patamar mundial está em US$ 0,34 por $ 1.

risco alto de endividamento

Quem financia corre um risco alto de endividamento. Em abril de 2019, dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) mostraram que o percentual de famílias brasileiras endividadas alcançou 62,7%. O financiamento de carro ficou em terceiro lugar no ranking de dívidas com 10% desse percentual.

Portanto, além do bem não ser seu e você pagar um juros alto por ele, você corre o sério risco de ficar inadimplente. Afinal, imprevistos acontecem.

depreciação

Outra cilada que o financiamento esconde é a depreciação do bem. Muitos não sabem, mas um veículo 0km, por exemplo, perde aproximadamente 20% do seu valor após um ano de uso. Enquanto você continua pagando as  parcelas, o veículo permanece depreciando ano a ano.

O mesmo acontece com um imóvel. São raras as vezes que uma casa ou apartamento são valorizados ao longo dos anos. Dessa forma, um financiamento não é um investimento. Pelo contrário, é a certeza de perda de dinheiro.

inflexibilidade

Por fim, o banco não é flexível quando o cliente passa por problemas financeiros. No financiamento, a regra é: paga ou paga. Se não, ocorre o que contamos na primeira cilada: apreensão e venda em leilão.

Dessa forma, com o financiamento não é possível planejar-se de forma equilibrada e saudável. Caso não consiga pagar o valor das parcelas, é possível refinanciar. Em contrapartida, mais juros serão cobrados.

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Consórcio vs financiamento

Com todas essas ciladas, não restam dúvidas que o consórcio é melhor que o financiamento. O bem (carro, casa ou moto) é seu quando adquirido, não possui juros – o que diminui o risco de endividamento – e é completamente flexível.

Sendo assim, o consórcio é o melhor caminho para sonhar, planejar e realizar – sem dor de cabeça e com parcelas que cabem no bolso. Faça uma simulação e veja na prática a diferença.

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