Comprar carro: CDC, leasing ou consórcio? Descubra qual é o melhor

Na hora de comprar um carro, existem pelo menos três opções de crédito a prazo: CDC, leasing e consórcio. Mas, afinal, qual é o melhor?

Para fazer um bom negócio, é importante pesquisar os valores, as taxas de juros e os prazos de cada modalidade de crédito.

Em algumas delas, você chega a pagar quase o dobro do dinheiro que pegou emprestado para sua compra.

Por isso, reunimos neste artigo todas as informações sobre cada modalidade, para você pagar mais barato na compra do seu carro e fugir dos temidos juros.

Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) é uma modalidade de empréstimos para pessoas físicas ou jurídicas. Para comprar um carro, o banco ou a financeira libera o valor requisitado e divide em até 60 prestações com juros, além da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A vantagem deste tipo de crédito é que o consumidor passa a possuir o bem no ato.

Apesar disso, o CDC tem suas desvantagens, como a cobrança de juros altíssimas. Essas taxas costumam dobrar o valor do veículo, o que torna a compra cara colocando o devedor em  risco de inadimplência. Uma pesquisa recente divulgada pelo Jornal Nacional mostrou que 63 milhões de brasileiros têm dívidas atrasadas.

Além disso, o banco avalia o histórico financeiro nos órgãos de proteção ao crédito. Se o cliente não tiver uma boa pontuação no Score, a liberação do crédito é reprovada. Quando consegue, o carro fica alienado pela instituição que fez o empréstimo  até todas as parcelas serem quitadas.

Leasing

Conhecido também como arrendamento mercantil, o leasing é um acordo feito pelo comprador e a instituição financeira para a compra ou aluguel de um carro.

Pelo leasing, o arrendatário – o comprador – paga um aluguel pelo tempo que determinar. Ao fim desse prazo, ele pode renovar o contrato de leasing, devolver o veículo ou adquiri-lo. Neste último caso, somente mediante o pagamento do Valor Residual Garantido (VRG).

Enquanto o prazo previamente estabelecido pelas partes não for encerrado, o bem fica alienado pelo banco ou financeira que alugou o carro. Em situações de inadimplência, a financeira toma o bem do arrendatário, assim como ocorre no financiamento.

Como não é caracterizado empréstimo, não há cobrança de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). A única taxa incluída é o Imposto Sobre Serviços (ISS) no leasing financeiro.

Apesar de ser um aluguel, o cliente tem obrigações como:

  • Manter o carro assegurado – ou seja, pagar um seguro;
  • Pagamento de multas, licenciamentos e IPVA;
  • Entre outras despesas que podem ser incluídas no contrato;

Existem pelo menos dois tipos de leasing.

Leasing financeiro

É o mais comum do mercado quando a intenção do arrendatário é adquirir o bem ao fim do contrato, por um valor estabelecido no ato do contrato. Na maioria das vezes, o cliente paga um valor de garantia no ato do acordo.

No entanto, se o consumidor desistir da compra ao fim do contrato, a financeira é obrigada a devolver o valor de garantia pago no início do contrato.

Leasing operacional

Nesse tipo de leasing, o arrendatário fecha o contrato sem a intenção de comprar o carro. Encerrando o prazo estabelecido, ele pode renovar o contrato ou devolver o veículo.

Caso o arrendatário tenha interesse em adquirir, ele pode pagar pelo preço de mercado (tabela FIPE).

Na prática, o leasing é bem semelhante ao financiamento.

Comprar um carro com o consórcio

Por fim, o consórcio é uma modalidade de autofinanciamento para a compra de bens móveis e imóveis – entre eles, as pessoas usam para comprar carro.

No consórcio, você paga as parcelas e recebe o crédito quando é sorteado. A maior vantagem desta modalidade é a isenção de juros.

A compra de um carro pelo consórcio, por exemplo, chega a ficar 40% mais barata em relação aos financiamentos bancários.

Uma reportagem do InfoMoney destacou inclusive que o consórcio digital impulsionou a compra de carros novos no Brasil.

Nesta modalidade, você pode dividir em até 80 prestações sem juros. Nas parcelas, são incluídas apenas a taxa de administração.

Além disso, o consórcio não exige dinheiro de entrada nem pagamentos de garantias, como ocorrem nos CDC’s e leasing financeiro, respectivamente. Qualquer um pode fazer, pessoa física ou jurídica, sem taxa de adesão ou consulta ao SPC/Serasa.

O consórcio é a opção ideal para quem não tem pressa em adquirir o carro e deseja fazer uma compra planejada. Muitos preferem aguardar a contemplação a ter de pagar os juros altíssimos dos financiamentos bancários.

De acordo com a simulação bro., um carro de R$ 50 mil pode ser dividido em em 80 prestações de R$ 791 no consórcio de carro. Em um financiamento, a parcela custaria ao bolso cerca R$ 1.224 nesse mesmo período – R$ 433 a mais que o consórcio.

Agora a escolha é sua. Leia as informações e compare. Se preferir, leia novamente e veja que o consórcio é a melhor opção para comprar um carro. 

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