O que é inflação e como ela influencia o consórcio

Nos jornais, portais de notícias ou na TV, a inflação é sempre motivo de alarde ou de comemoração. A estimativa para este ano, por exemplo, subiu para 3,84%, segundo o último boletim Focus. Mas, afinal, o que isso impacta na vida financeira do consumidor?

Neste artigo, você vai descobrir o que é inflação e como ela influencia os preços de alimentação, habitação, saúde e até do consórcio.

O que é inflação?

De acordo com o Banco Central, inflação é o aumento dos preços de bens e serviços. Na prática, ela diminui o poder de compra da moeda. Entre as causas, estão:

 

  • Demanda: quando há excesso de demanda agregada em relação à produção disponível. Na maioria das vezes, os consumidores estão mais dispostos a gastar e têm disponibilidade para fazer isso, provocando o aumento dos preços.
  • Custos: associada à inflação de oferta, quando o nível de demanda permanece e os custos aumentam.
  • Inércia inflacionária: processo de reajuste automático que se baseia na inflação passada.
  • Mercado de câmbio: quando o dólar sobe, itens importados ficam mais caros no Brasil.

 

A inflação possui alguns índices, entre eles:

  • IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) – referência do regime de metas de inflação no Brasil;
  • IGP (Índice Geral de Preços);
  • IPA (Índice de Preços no Atacado);
  • INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor);
  • INCC (Índice Nacional do Custo de Construção);
  • CUB (Custo Unitário Básico).

Como a inflação alta impacta a vida do brasileiro?

Ainda segundo o Banco Central, a inflação alta cria incertezas na economia, desestimula o investimento e prejudica o desenvolvimento econômico. Infelizmente, ela afeta principalmente as camadas mais pobres da população, que tem menos acesso a instrumentos financeiros para se defender da inflação.

Na prática, a inflação na economia diminui o poder de compra das famílias, reduz o investimento de empresários – preocupados com os custos para produzir – e cria um ambiente de incerteza sobre a economia. 

Contudo, apesar dos efeitos negativos, nem sempre a sua alta significa que a economia vai mal. É possível ser interpretada como um sinal de que o desempenho econômico de um país está aquecido.

Estas são algumas das estratégias do governo para conter a inflação:

  • Subir os juros

Com os juros mais altos na economia, os consumidores podem adiar a decisão de comprar um bem. Sendo assim, a demanda vai cair e, consequentemente, os preços também.

Por outro lado, esta estratégia diminui o investimento dos empresários, que terão mais custos em produção e incertezas sobre o poder de compra dos consumidores.

  • Reduzir os custos do governo

Para conter a inflação, o governo deve arrecadar mais do que gastar. Dessa forma, não precisará emitir mais moedas ou aumentar impostos.

  • Aumentar a produção

Outra estratégia para controlar a inflação é investir na capacidade produtiva para atender às demandas – o que significa mais produtos em oferta e queda de preço.

Deflação também não é o caminho ideal

Assim como a inflação alta, a deflação – queda contínua dos preços de forma generalizada – também não é o caminho ideal. 

Isso pode fazer com que os consumidores adiem a decisão de compra esperando que os valores sejam ainda mais reduzidos no futuro, paralisando a atividade do país.

Além disso, o comerciante poderá ter prejuízo se amanhã ganhar menos pelo estoque que fez hoje.

A inflação influencia o crédito e as parcelas do consórcio?

Sim. Existem pelos menos 2 tipos de reajustes no consórcio quando o assunto é inflação.

No caso de consórcio de carro, a aquisição do crédito é reajustada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Já no consórcio de imóvel, a taxa de reajuste é determinada pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INSS), responsável por verificar os custos de obras no segmento de habitação.

Imagine que você tenha uma cota não contemplada de R$ 50 mil no consórcio e a inflação anual foi de 1%. Esse índice é aplicado sobre o crédito, que passa a ser R$ 50.500. Da mesma forma que ele foi reajustado, as próximas parcelas serão recalculadas de acordo com o novo valor.

Os reajustes seguindo os índices IPCA e INSS são necessários porque no consórcio todos os integrantes devem participar de maneira igual. Caso não sejam feitos os reajustes, o grupo fica sem saldo financeiro para pagar todos os integrantes, sobretudo os últimos contemplados que correm o risco de ficar sem o crédito. 

Mesmo depois do participante ser contemplado, por exemplo, as parcelas dele serão reajustadas anualmente, de acordo com os índices. Dessa forma, a única forma de fugir dos reajustes das parcelas é quitando o contrato. Veja aqui algumas das vantagens de fazer a quitação.

Ficou com alguma dúvida? Converse com a equipe da bro. e fique por dentro de tudo!

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